Post-harvest and marketing

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Comment transformer la cire d'abeille brute en produits à valeur ajoutée

La cire d'abeille est une cire naturelle produite par les abeilles du genre Apis. Les abeilles ouvrières produisent de la cire qu’elles utilisent principalement pour la construction des rayons et des cellules où les abeilles stockent le miel, et où la reine dépose les œufs. Les rayons structurent le nid des abeilles. La cire d'abeille offre à l'apiculteur la possibilité de générer des revenus supplémentaires provenant de l'extraction et du traitement de la cire en produits à valeur ajoutée. Cette fiche technique explique comment traiter la cire d'abeille en produits à valeur ajoutée. Elle comprend également certaines indications pour l'achat et le stockage de la cire d'abeille, et quelques informations sur la composition de la cire.

Processamento de Mandioca: Farinha Húmida de Mandioca

Mandioca (Manihot esculenta Crantz) é a terceira maior fonte de calorias nos trópicos, depois do arroz e do milho. Milhões de pessoas em África, Ásia e América Latina dependem da mandioca. É cultivada por agricultores pobres, muitos deles mulheres e frequentemente em terras marginais. Para estes agricultores e suas famílias, a mandioca é vital para a segurança alimentar e criação de rendimento. A mandioca é a matéria-prima base para uma série de produtos transformados, que podem contribuir para aumentar a sua procura, dinamizar a indústria de transformação e para o crescimento económico dos países em desenvolvimento. Esta comunicação descreve a tecnologia para obter farinha de mandioca a partir dos seus tubérculos.

Extração de óleo de coco – Secagem por imersão em óleo quente, Indonésia

O processo de Secagem por Imersão em Óleo Quente (Hot Oil Immersion Drying (HOID)) ou processo "fritar-secar " (fry-dry) é um método de extração de óleo de coco que envolve a secagem da polpa do coco por imersão em óleo de coco quente, sendo o óleo posteriormente expulso da polpa cozinhada. É um processo nativo de algumas zonas da Indonésia (Sumatra ocidental, Sumatra norte e Sulawesi norte). É praticado em todo o país, especialmente em operações de médio e grande escala. A imersão da polpa de coco ralada ou cortada em óleo quente seca a polpa e confere ao produto um cheiro e sabor distintos. Este sabor é preferido por determinados setores do mercado Indonésio.

Produção de calor pela queima de casca de coco

O óleo de coco (também conhecido como manteiga de coco) é extraído do coco e consiste em mais de 80% de gordura saturada. É normalmente utilizado na cosmética, bem como na culinária e pastelaria. O carvão produzido a partir de casca de coco é tradicionalmente feito através dos métodos de poço ou tambor (pit ou drum method). Este método produz grande quantidade de fumo e o carvão produzido é de qualidade variável, muitas vezes contaminado com materiais externos, como terra, folhas e ramos. Consequentemente, a produção de carvão vegetal é proibida nas áreas urbanas e perto das habitações nas aldeias. Esta tecnologia descreve um processo de carbonização da casca de coco, com uma unidade de recuperação de calor residual, que foi desenvolvido para eliminar a evolução da produção de fumo durante a operação de produção de carvão vegetal e, simultaneamente, permitir que o calor gerado – calor normalmente perdido para o exterior – possa ser utilizado na produção de copra.

Extração de óleo de coco: Método de teor humidade intermediária

O óleo de coco (também conhecido como manteiga de coco) é extraído do coco e é constituído em mais de 80% de gordura saturada. É normalmente utilizado para cosméticos, pastelaria e culinária. O processamento tradicional de coco aquoso consiste em ralar do coco em pequenos pedaços, adicionar água, espremer a mistura à mão, deixar a emulsão resultante em repouso e, por fim, retirar o creme rico em óleo. O creme é então cozido para produzir o óleo. O método do teor de humidade intermediária tem como objetivo acelerar o processo, com a introdução de uma prensa de cesto (ou de opérculos) para extrair o óleo diretamente do coco ralado e parcialmente seco.

Variedades de Amendoim, Gestão e pós-colheita, Uganda

A seguinte ficha informativa, da Serere Agricultural and Animal Research Institute (SAARI), disponibiliza informação sobre as diferentes variedades de amendoim, práticas de gestão e tecnologia pós-colheita utilizadas no Uganda.

Práticas agronómicas e de pós-colheita para o amendoim

O amendoim é amplamente cultivado no Uganda como alimento e cultura de rendimento. É uma das culturas mais bem pagas e com preços razoavelmente estáveis. É cultivado em todo o país, tendo, no entanto, maior incidência no Leste e Norte do Uganda. O consumo doméstico é bastante elevado, havendo preferência pelas variedades de semente castanha / vermelha, por causa do seu reputado sabor. Para além disto, existe um intenso comércio informal nas fronteiras. O mercado queniano exige variedades de cor branca, de pequeno a grande calibre. Devido à importância do amendoim, a procura excede, em muito, a oferta. Daí, a necessidade de aumentar a produtividade e a área cultivada. Parcelas bem geridas e variedades de elevada produtividade poderiam contribuir para atingir este objetivo. Este manual disponibiliza informação sobre as boas práticas de gestão agronómica e de pós-colheita para o amendoim. A adoção destas práticas pode ajudar a aumentar consideravelmente a produção de amendoim no Uganda.

O papel da normalização no milho, Uganda

A Organização Nacional de Investigação Agrícola (National Agricultural Research Organisation - NARO) pretende aumentar a contribuição da investigação agrícola para a sustentabilidade de produtividade agrícola, o crescimento económico, a segurança alimentar e para a erradicação da pobreza, através do desenvolvimento e difusão de tecnologias, conhecimento e informação. O milho é uma das principais culturas no Uganda. Por conseguinte, é importante que existam normas que rajam o armazenamento e comercialização de milho. A seguinte tecnologia descreve a promoção da normalização e classificação do milho, bem como a composição dos fatores de qualidade.

Técnica e Tecnologias de Poupança de Trabalho: Processamentos de colheita com recurso a força animal e motorizada

Esta tecnologia inclui alguns exemplos da utilização da força animal como força motriz para as operações pós-colheita, © Labour saving technologies and practices. FAO 2007

Tecnologias e práticas de poupança de mão-de-obra: limpeza manual e motorizada de grãos de cereais e de leguminosas

Este artigo disponibiliza práticas e tecnologias de limpeza de grãos de cereais e de leguminosas, por via manual e motorizada.
© Labour saving technologies and practices. FAO 2007

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